segunda-feira, 31 de agosto de 2015

Você é egoísta

     Todos nós somos egoístas. E quando eu digo todos, eu realmente quero dizer todos, sem exceção. E nós não devemos ser julgados por isso. Simplesmente porque somos humanos. Todos nós nascemos (biologicamente) para reproduzir, e isso é um ótimo motivo para nos mantermos vivos. Com certeza esse é um pensamento "pré-histórico", eu realmente acredito que muitas pessoas dariam a sua vida por amor. Mas isso é uma situação que quase nunca acontece. Se analisarmos uma situação mais comum, nós podemos ver com clareza o porquê de sermos egoístas. Quando você tem (ou tiver, caso não tenha) um filho, você vai alimenta-lo com frutas, verduras e carnes, certo? Bem, é aí que o egoísmo entra. Não sabe do que eu estou falando? É porque isso é tão comum, que se tornou um hábito. Por que você acha que a vida do seu filho vale mais do que a vida da vaca que ele está comendo? Respondendo diretamente e sem frescuras: porque você é egoísta, porque o filho é seu. Afinal, só por que as vacas, os porcos, os peixes (e até as baratas) são animais (e supostamente inferiores a você) a vida deles passa a valer menos? Isso é uma ideia ridícula. 
     Vamos a outro exemplo. O que você já fez hoje para ajudar uma pessoa necessitada? Eu tenho certeza de que a maioria das pessoas que estão lendo isso não fizeram nada. Caso você tenha feito, meus parabéns, você é um exemplo a ser seguido (e desta vez eu não estou falando ironicamente).
     Por último, tem um ponto que ainda é importante ressaltar, ser egoísta não necessariamente te faz uma pessoa má, só te faz humano. Não a nada mais a ser dito, a não ser, ressaltar que você é egoísta, e está tudo bem.
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Apesar desse não ser um assunto muito discutido, eu achei que é um bom tema para começar, e vocês, o que acham? Deixem sugestões de temas nos comentários.
- The Writter

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Mudanças no Blog

     Finalmente, eu falarei sobre o futuro do meu blog pessoal. Eu decidi que a partir de hoje, eu não postarei mais textos neste blog.  Eu ainda continuarei postando textos, mas somente no blog Cloud 11. Neste blog, me concentrarei em opinar/comentar sobre assuntos polêmicos e "inadequados/fortes" para o blog.
     Não se preocupem, eu não pretendo sair por aí xingando todo mundo e condenando. A minha intenção é deixar o espaço mais pessoal, e não de ofender ninguém.
     Então, vem a pergunta: quem vai se importar com a minha opinião? Bem, eu não ligo se você liga ou não, este é só um espaço para eu poder me abrir mais, além disso, eu não estou obrigando ninguém a ler o blog.
      Bem, mas basicamente é isso. eu espero que vocês gostem e que possamos ter algumas discussões saudáveis.
- The Writter

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

O Palhaço

     A alegria faz sempre parte do dia do palhaço, e, ela sempre foi muito bem recebida, mas hoje, o palhaço está de férias. Chegou a hora de deixar a tristeza, a solidão e a agonia entrarem em seu corpo, em outras palavras, chegou a hora de ser humano, de ser vulnerável, de viver.
     O palhaço enxágua o rosto. Agora ele está livre para alegrar sua própria vida e, por pelo menos por alguns instantes, ele consegue esquecer os outros e seguir feliz com a sua vida.
     Na opinião do palhaço, sua profissão era tão importante quanto a dos bombeiros, dos policiais e a dos médicos, afinal ele também salva vidas. Ele as salva da tristeza, da infelicidade e do suicídio. Ele realmente tem uma profissão bem altruísta, afinal, ele alegra as pessoas, mas esquece de alegrar a si mesmo, de se salvar.
     Nesse mundo de infelicidade e de egoísmo, é bom saber que ainda existem pessoas que se importam, que são altruístas, que se sacrificam. Lembre-se disso ao ver um palhaço, e sorria, afinal para os verdadeiros palhaços será agradecimento o suficiente. Mas, por enquanto, Mark precisa de um descanso, antes de voltar a salvar vidas.

The Writter

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Acabaria hoje

     Que coisa estranha... essa sensação... não acho que eu realmente te ame. É, eu definitivamente não te amo. Sabe, eu acho que com o passar dos anos nós somente nos acostumamos, com a falta de amor, de sinceridade, de felicidade. Quando sentamos na mesa de jantar e eu pergunto como foi seu dia, eu realmente não quero saber... e agora, estou esperando você chegar do trabalho, eu não aguento mais. Isso acaba hoje.
     Lembro de nosso casamento, eu pensava: há alguma forma de não sermos felizes juntos? Pois é... caramba, como eu pude deixar isso acontecer? Eu não consigo mais fingir. Isso precisa acabar hoje.
     Finalmente, você chega em casa e se senta ao meu lado. Eu te olho, e percebo, não posso fazer isso com você. Eu te amo. E por você eu estou disposto a continuar essa vida de fingimentos. Eu daria minha felicidade em troca da sua.
É... acabaria hoje.

The Writter

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Passagem para morte

     Mark
     Eu estava andando, digo, não que eu queira, mas não vejo mais opção, eu não aguento mais. Eu entro naquele trem. Trem 322, aqueles números iriam acabar com a minha vida. Ao lado da porta, senta-se um passageiro lendo um jornal de 1807. Ele abaixa o jornal, ele usa um terno com uma gravata vermelha, seu corpo era magro, e seu terno era sujo, ah, e ele não tem rosto. O segundo passageiro é uma mulher, com a pele e algumas partes do cabelo arrancadas. Ela estava sem roupa, seu corpo era magro, eu sentia que estava olhando para um monte de carne, gordura e sangue como o que a gente come no almoço, e eu realmente estava vendo isso. O terceiro passageiro foi de longe, o pior. Ele era preto, o que era normal para alguém que tinha pego fogo. Seu cheiro dominava o vagão. Era triste. Como eu morrerei? Já me perguntei isso varias vezes anteriormente, mas é lógico que eu nunca achei que iria ser em assassinado em um trem. Após andar por todo o trem , eu cheguei ao vagão do comandante. Eu bati. A porta se abriu, e eu pude conhecer o verdadeiro Diabo.

     Rose
     Eu tremia. Afinal, porque estava caminhando para minha morte? Mas, eu sabia que tinha que fazer isso. O trem 322 chega, e, minhas mãos tremulas abrem sua porta. Ao abrir a porta, vejo o trem lotado. Eu fui andando nos vagões, em um deles, vi uma menina, ela usava um vestido rosa, e seus cabelos eram loiras, mas seu olhar era horrível, seus olhos verdes mostravam que ela tremia por dentro, era como se ela tivesse perdido a inocência, e tenho certeza de que não é pela faca em suas costas. No ultimo vagão, eu avistei um homem. Ele não aparentava ter mais de 20 anos. Ele fora cortado das pernas para baixo, e milhares de cortes apareciam em seu peito. Ao chegar ao ultimo vagão, o do comandante, havia um segurança , ele estava parado, ereto ao lado do vagão. Ele não tinha pele, e seu intestino havia sido arrancado.
     Eu bato na porta do comandante três vezes. A porta se abre. E minha vida se esvai.

     Sarah
     Eu estava naquele trem. Eu sei todos os segredos daquele lugar. Eu escapei. Era demais. Não valia a pena. Naquele lugar, a eternidade me mataria. Quando eu bati na porta do comandante, eu não entrei, na verdade, eu fugi. Eu escapei. De nada adiantou. O comandante era vingativo, ele não aceitava um "não". Eu fui condenada por seu segurança. Eu pertenço ao comandante. E, eu tenho certeza, por toda a eternidade, eu me lembrarei. Seu rosto era horrível, era assustador. Por toda a eternidade, me lembrarei de nunca desafiar o Diabo. BP não gosta de brincadeiras.

Nota do autor:
    Feliz Halloween! Não morram hoje!
The Writter

sábado, 25 de outubro de 2014

Olhares ardentes

     Jannet
     Eu te olho. Ah, você é a única parte boa da escola, amor. Você me olha de volta com seus olhos verdes profundos, e, de repente a aula de português nunca pareceu tão chata como agora. Seus olhos verdes penetram minha alma, e fazem meu estômago se revirar em minha barriga. Eu recebo uma mensagem sua: " Vc tem chocolate?". É a sua cara escrever algo assim, respondo: "Vai ter q merecer!", mesmo não tendo chocolate. Você responde: "Como?". Eu penso, e respondo: "Que tal um beijo?". Você não responde, e, por um segundo acho que exagerei. O sinal bate, e você me encontra na porta.
     - Pronta para me dar meu chocolate? - seus cabelos castanhos castanhos estavam bagunçados pelo vento. Então você me beija. Uau. Não tenho palavras para descrever o que eu senti.
   
     Mason
     Caramba! Isso foi o que eu senti! Eu esperava por esse momento há anos. E já cansei de esperar. Nos afastamos, e vejo que você cora. Seus olhos castanhos estavam me deixando louco, naquele momento, eu não ligava para sua bunda ou para seu peito, eu estava mais concentrado analisando seu olhar. Ah, aquele olhar.
     - Eu não tenho chocolate. - você admite, ainda corada.
     - Quer ser meu chocolate? - ok, eu admito, eu não poderia ter dito nada mais brega do que isso.
     - Meu Deus, acho melhor você nunca tentar contar piadas. - você ri da minha cara, mas eu não ligo, só quero sua presença, seu olhar, sua essência.
     - Você não respondeu a minha pergunta. - argumento.
     - Mason, eu adoraria ser seu chocolate. Meu Deus! Isso soou pior ainda! Acho melhor eu calar a boca! - eu rio, e a beijo novamente.
     - Depois da escola, eu quero que você vá embora comigo. - ofereço, pensando em como iria te contar.
     - O.k. - você responde e eu vou embora, me livrando do seu olhar hipnotizante.

     Jannet 
     Eu não sabia o que esperar daquela tarde. Será que você iria me levar a sorveteria? Ou a um restaurante? Mas quando chegamos, eu percebi que era melhor ainda! A praia. Você estendeu um pano para sentarmos sobre a areia, e eu coloquei o meu chapéu de praia (eu sempre o tinha na bolsa, só por precaução).
     - Gostou? - você pergunta, mas eu ainda estava sem palavras, então demorei alguns segundo para dizer:
     - É... é perfeito! - você parece gostar da resposta. Estava tudo perfeito, até que aconteceu. Meu mundo desmoronou.

     Mason
     É obvio que eu odiei te dar aquela noticia, mas, não poderíamos mais nos enganar. Eu iria para a França em um mês, e nunca mais voltaria. Ao ver a sua expressão, eu me arrependi por ter te afastado, me desculpe, eu não consegui me conter. Eu preciso de você. E sempre vou precisar!
     - Não é possível! Você não pode ficar?! - você pergunta, indignada.
     - Sinto muito, mas eu já tenho até um apartamento lá. Se eu não fosse, meu pais me matariam. Mas e você?  Não pode ir junto? Eu pago! - ofereço, esperançoso.
     - Não, minha mãe nunca deixaria! Ela nem te conhece! - você começa a chorar.
     - Ei, não chore - digo - ainda temos um mês. - como se isso mudasse algo, e, eu gostaria de te pedir desculpas por ter feito você passar por isso. E, hoje, um dia antes de eu ir para França, eu finalizo esta carta com um pedido, uma única coisa: uma foto do seus olhos, para eu nunca esquecer do que eu sentia, quando trocávamos nosso olhares ardentes. Adeus, Jannet.
Com amor,
Mason.

    Jannet
    Quando você me contou, eu pensei: será que nunca vou ser feliz? Mas, saiba que eu estava enganada. Eu agradeço á Deus pelo nosso mês, eu não quero me despedir, mas termino esta carta que estou escrevendo um dia antes de você ir para a França: sou e serei grata todos os dias da minha vida pelo nosso mês, pois assim pude aproveitar a sensação (que eu até escrevi no meu diário para não esquecer) da troca de nossos olhares ardentes. Adeus, Mason.
Com amor,
Jannet

Nota do autor:
     Só lembrando que eles ainda não tinham recebido a carta um do outro quando estavam escrevendo isso.

The Writter

Resenha: O Sangue do Olimpo - Rick Riordan



     Como essa é a primeira resenha do blog, então só queria esclarecer que: se as resenhas conterem spoilers, eu vou avisar. E, eu também não vou fazer a resenha dos volumes anteriores desta série (Os Heróis do Olimpo), e nem da série Percy Jackson e os Olimpianos), porque eu li estes livros a algum tempo, e, eu acho que se eu fizesse uma resenha do que eu lembro, ela não teria qualidade.

ESTA RESENHA NÃO CONTÉM SPOILERS

     O Sangue do Olimpo é o último livro da série Os Heróis do Olimpo, e, eu sei que eu sou suspeito para falar, porque eu adoro esta série, mas se eu falasse outra coisa seria mentira: o final é ótimo! A maneira de que o autor deixou um tanto inconclusivo se encaixou perfeitamente na trama.
     Mas, sinceramente, a batalha final me pareceu fácil demais, eu esperava que o autor fizesse algo muito incrível e difícil, mas não, e foi de certa forma decepcionante.
     A narrativa do Rick Riordan é ótima, e o livro teve os pontos de vista de personagens diferentes, o que é, na minha opinião, uma ótima técnica.
     A história do livro segue o mesmo estilo dos livros anteriores, eles vão a vários lugares antes de chegar ao objetivo final, e, neste livro, o final aconteceu muito rápido e sem pausa, o que para mim, que sou muito ansioso foi bom.
     Então, na minha opinião, o final foi bom, apesar das cenas de batalhas deixarem a desejar e o final foi rápido, no bom sentido, e é por isso que o livro vai ganhar quatro estrelas.


     Espero que tenham gostado!

The Writter