Mark
Eu estava andando, digo, não que eu queira, mas não vejo mais opção, eu não aguento mais. Eu entro naquele trem. Trem 322, aqueles números iriam acabar com a minha vida. Ao lado da porta, senta-se um passageiro lendo um jornal de 1807. Ele abaixa o jornal, ele usa um terno com uma gravata vermelha, seu corpo era magro, e seu terno era sujo, ah, e ele não tem rosto. O segundo passageiro é uma mulher, com a pele e algumas partes do cabelo arrancadas. Ela estava sem roupa, seu corpo era magro, eu sentia que estava olhando para um monte de carne, gordura e sangue como o que a gente come no almoço, e eu realmente estava vendo isso. O terceiro passageiro foi de longe, o pior. Ele era preto, o que era normal para alguém que tinha pego fogo. Seu cheiro dominava o vagão. Era triste. Como eu morrerei? Já me perguntei isso varias vezes anteriormente, mas é lógico que eu nunca achei que iria ser em assassinado em um trem. Após andar por todo o trem , eu cheguei ao vagão do comandante. Eu bati. A porta se abriu, e eu pude conhecer o verdadeiro Diabo.
Rose
Eu tremia. Afinal, porque estava caminhando para minha morte? Mas, eu sabia que tinha que fazer isso. O trem 322 chega, e, minhas mãos tremulas abrem sua porta. Ao abrir a porta, vejo o trem lotado. Eu fui andando nos vagões, em um deles, vi uma menina, ela usava um vestido rosa, e seus cabelos eram loiras, mas seu olhar era horrível, seus olhos verdes mostravam que ela tremia por dentro, era como se ela tivesse perdido a inocência, e tenho certeza de que não é pela faca em suas costas. No ultimo vagão, eu avistei um homem. Ele não aparentava ter mais de 20 anos. Ele fora cortado das pernas para baixo, e milhares de cortes apareciam em seu peito. Ao chegar ao ultimo vagão, o do comandante, havia um segurança , ele estava parado, ereto ao lado do vagão. Ele não tinha pele, e seu intestino havia sido arrancado.
Eu bato na porta do comandante três vezes. A porta se abre. E minha vida se esvai.
Sarah
Eu estava naquele trem. Eu sei todos os segredos daquele lugar. Eu escapei. Era demais. Não valia a pena. Naquele lugar, a eternidade me mataria. Quando eu bati na porta do comandante, eu não entrei, na verdade, eu fugi. Eu escapei. De nada adiantou. O comandante era vingativo, ele não aceitava um "não". Eu fui condenada por seu segurança. Eu pertenço ao comandante. E, eu tenho certeza, por toda a eternidade, eu me lembrarei. Seu rosto era horrível, era assustador. Por toda a eternidade, me lembrarei de nunca desafiar o Diabo. BP não gosta de brincadeiras.
Nota do autor:
Feliz Halloween! Não morram hoje!
The Writter
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